BUSSINES GAME

Outubro 15, 2009
bright_ideas

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Empresas usam essa opção de treinamento para simular situações complicadas do cotidiano.

A MKM Consulting, referência nacional em consultoria, integra uma rede empresarial internacional com os melhores especialistas mundiais e gostaríamos de dividir algumas reflexões com vocês.

No ambiente de negócios, brincadeira também é coisa séria. Os jogos de negócios fazem parte da estratégia de treinamento de muitas empresas, que procuram fugir os formatos tradicionais e tentam propiciar a seus colaborares treinamentos que ajudem a aprender mais rapidamente e a reter melhor o que foi ensinado. Os jogos de negócios, ou business games, surgiram entre o final dos anos 1920 e o início da década de 1930 no Instituto de Engenharia e Economia de Leningrado (Rússia), tendo base nos jogos militares. O objetivo era treinar trabalhadores de lojas para posições de gerência.

No ambiente de negócios, brincadeira também é coisa séria. Os jogos de negócios fazem parte da estratégia de treinamento de muitas empresas, que procuram fugir os formatos tradicionais e tentam propiciar a seus colaborares treinamentos que ajudem a aprender mais rapidamente e a reter melhor o que foi ensinado. Os jogos de negócios, ou business games, surgiram entre o final dos anos 1920 e o início da década de 1930 no Instituto de Engenharia e Economia de Leningrado (Rússia), tendo base nos jogos militares. O objetivo era treinar trabalhadores de lojas para posições de gerência. 

De forma geral, eles têm a proposta de simular o mundo dos negócios por meio de situações que demonstrem a rotina administrativa das empresas, com a análise de comportamento dos consumidores e a estratégia adotada pelos concorrentes para se destacar no mercado. Os jogos têm utilidade no recrutamento de funcionários, treinamento, simulação de situações e avaliação do clima da empresa.

 

Fonte: Portal IG Empregos – Andreza Emilia Marino


MKM Consulting apresenta palestra sobre Alertas Antecipados na 10° Conferência de Inteligência

Março 30, 2009
10° Conf. de Inteligência

10° Conferência Anual de Inteligência

 A MKM Consulting, referência nacional em inteligência competitiva e de mercado, foi especialmente convidada para participar da 10° Conferência Anual de Inteligênia Competitiva que aconteceu de 24 à 26 de março de 2009.

A MKM Consulting foi representada pelo seu sócio-diretor, Mauro Martins, que concedeu uma entrevista exclusiva sobre sua palestra: Early Warnig - Como e por que antecipar as ações do seu concorrente e do mercado?

1) Quais são as metodologias de Inteligência para obtenção de informação?

A inteligência competitiva é um processo que visa antecipar oportunidades e ameaças do mercado e de competidores e reduzir os riscos das tomadas de decisão, se tornando fundamental para qualquer empresa da economia global.  Assim, Inteligência Competitiva é tão importante quanto Estratégia para estas empresas e nestes tempos de “crises globais”, as metodologias de Inteligência Competitiva como os “Early Warning” ou Alertas Antecipados são fundamentais.

Contudo, existe uma grande dificuldade para se obter as informações para a geração dos alertas antecipados. Esta dificuldade baseia-se nos modelos das áreas de inteligência competitiva que foram implantadas no passado recente no Brasil.

Cerca de 80% das áreas de inteligência competitiva são modelos centralizados e estão estruturadas em coletas de fontes secundárias como clipping, revistas, jornais, assinatura de empresas de notícias, etc… o que gera um enorme volume de dados e informações repetidas e de baixo valor estratégico, dificultando a estruturação e a obtenção das informações críticas para a análise.

Este modelo antigo não é mais adequado à velocidade e à dinâmica da informação no mundo atual dos negócios e foi uma abordagem dos antigos professores e pesquisadores da área aqui no Brasil.

As novas metodologias de IC para obtenção de informação devem contemplar um novo modelo, o modelo híbrido, onde a área de IC é mais “descentralizada”, ou seja, organizada através de estruturas similares às redes e seus processos de coleta devem estar orientados para coletas primárias fortemente baseados em redes sociais de informação e inteligência, apoiados por coletas em fontes secundárias.

O novo modelo permite que tomadas de decisão, tanto em nível estratégico como tático, sejam feitas sob uma base maior de antecipação e com um nível melhor de informação.

2) Qual a maior dificuldade do profissional de IC em relação a essa coleta de informação?

No modelo antigo não existe muita dificuldade atualmente, pois o modelo era baseado em coleta de fontes secundárias como jornais e revistas que estão disponíveis a todos pela internet, ou por um custo de assinatura de um serviço de informação que é cada vez mais barato.

No novo modelo o profissional de IC terá grandes dificuldades para conseguir criar, desenvolver e depois manter uma rede de informação e inteligência para a coleta de informações críticas.

As principais dificuldades passam por mudanças nos modelos mentais da alta direção da organização, até o envolvimento e comprometimento de áreas como comercial e de marketing para o desenvolvimento e manutenção da rede.

O profissional de IC também deve ter um outro perfil para conseguir gerar e inovar na criação de suas redes de contato, sempre observando as questões críticas da ética e da fuga de informação.

3) Quais são as principais fontes para isto?

As fontes para o desenvolvimento do novo modelo em rede são diversas. Basicamente são divididas em redes internas e externas à sua empresa.

Como sabemos, cerca de 80% das informações críticas para a IC estão dentro da sua empresa. Assim, as fontes internas são as mais ricas em todos os sentidos. Como principais fontes para participarem da rede interna podemos citar a área comercial, equipe de vendas, área de marketing, área de compras, recursos humanos, etc.. dentre outras.

Como fontes da rede externas temos desde ex-colegas da faculdade, grupos eletrônicos de inteligência, pesquisadores de instituições de ensino, feiras e eventos do setor, palestras e seminários entre outros, sempre com o objetivo de conectar uma nova pessoa a sua rede de informação e inteligência.

4) Existe alguma classificação para os alvos?

Sim, existe e segue a mesma classificação das fontes de informação secundária como confiável, não confiável, etc. até classificações mais específicas, dependendo do setor e da área da sua empresa.

A grande mudança é dada pela dinâmica que estes alvos podem ter e mudar assim de classificação em função da questão de inteligência que está sendo analisada.

Tal fato demanda uma boa dose de criatividade do analista para estruturar ações de coleta de forma diferente em cada abordagem ao alvo.

5) Por que é importante que os profissionais assistam a sua palestra?

Um exemplo claro da importância deste novo modelo é a atual incerteza na tomada de decisões provocada pela crise global e também pelos temas abordados nas últimas palestras e nos últimos artigos dos colegas Fuld e Ben Gilad da SCIP, que visam antecipar e melhorar as estratégias de implantação e evolução da área de IC.

A minha palestra pretende abordar de forma prática estas grandes mudanças que já estão ocorrendo nos modelos de inteligência competitiva do mundo.

Porém, a mesma apresentará uma base metodológica sólida, para que seja possível ao participante fazer um estudo de benchmarking interno de sua área de inteligência após o evento, gerando um plano de ações para melhorias e desenvolvimento de novos processos de inteligência com um foco mais próximo a realidade dinâmica do atual mundo de negócios.

“Somente assim, será possível agregar maior valor a área de IC e principalmente às tomadas de decisão de sua empresa. “

Desejo sucesso a todos!
Mauro Martins


Seminário Exclusivo: Comunidades de Prática – CoP – Casos de Sucesso

Outubro 24, 2008
CoPs

CoPs

 

Melhore o fluxo de informações, conhecimento, práticas e experiências com Comunidades de Prática: promova a troca, o aprendizado e a inovação com o uso de ambientes de colaboração.

Mais uma iniciativa da MKM Consulting, em parceria com o IBC Brasil (Informa Group), o evento tem por objetivo apresentar experiências de especialistas com esse assunto amplamente discutido, mas nem sempre aplicado corretamente.

A MKM Consulting apresentará ao público presente o resultado da ampla experiência de implantação de Comunidades de Prática em empresas de diferentes setores, proporcionando sólido embasamento teórico-prático e promovendo a troca das melhores práticas em níveis nacional e internacional.

Ana Neves, especialista internacional em Gestão do Conhecimento, responsável pelo portal Kmol e parceira da MKM Consulting, apresentará através de vídeoconferência partilhará suas experiências sobre criação, manutenção e avaliação de CoPs.

Confira a programação:

09:00 – 11:30 O que são Comunidades de Prática e suas aplicações em uma empresa – Mauro Martins (Sócio-Diretor da MKM Consulting)

11:30 – 12:00 Criação, manutenção e avaliação de Comunidades de Prática – Ana Neves (Especialista internacional em Gestão do Conhecimento e parceira da MKM Consulting)

13:30 – 14:30 Comunidades de Prática como base da “Ericsson Knowledge Sharing Culture” – Jose Teixeira (GSDC Brazil Local Knowledge Manager)

14:30 – 15:30 Comunidades de Prática sobre riscos geológicos no IPT – Fatores Críticos para sustentação de uma Comunidade de Prática – Dr. Eduardo Soares de Macedo (Pesquisador do IPT)

16:00 – 17:00 Conheça as Comunidades de Prática ligadas aos centros de competências da Promon e como elas colaboram para um processo contínuo de aquisição, formalização, disseminação e aplicação do conhecimento – Moises Falco (Diretor de Gestão do Conhecimento da Promon)

17:00 – 17:40 Excelência em Gestão e Redes de Conhecimento e Inovação – Filipe Cassapo (Líder do Processo de Gestão de Conhecimento da FNQ)

Seminário: Comunidades de Prática - CoP

Local: São Paulo – SP

Maiores Informações ligue: (11) 3323-1980


Seminário Executivo: Comunidades de Prática – CoP – Conceitos, dicas de implantação e casos de sucesso

Setembro 11, 2008

” … as Comunidades de Prática – CoP, estão se tornando o elo central dos projetos de sucesso de Gestão do Conhecimento no mundo…”  Prof. Takeuchi – Hitotsubashi on Knowledge Management – jan04

O seminário especial “Comunidades de PráticaCoP ” é mais um resultado da parceria entre a IBC e a MKM Consulting, com novo formato inovador e mais produtivo.

Na primeira parte do seminário, a MKM Consulting irá construir e consolidar, sob a ótica da Gestão do Conhecimento, a visão teórica sobre Comunidades de Prática (CoP), apresentar suas aplicações no contexto organizacional e conduzir uma ampla discussão prática sobre sua utilização para o aprendizado colaborativo, o compartilhamento do conhecimento organizacional e a gestão da inovação.

Na segunda parte do seminário, empresas públicas e privadas apresentarão suas experiências, resultados, benefícios e as principais dicas para o desenvolvimento e gestão das Comunidades de Prática.

Uma mesa de debate com especialistas no assunto finalizará o seminário, possibilitando assim a troca de experiências e visões práticas com o público presente.

Não perca esta grande oportunidade de aprender como implantar, desenvolver e conduzir as iniciativas de Comunidades de Prática com sucesso em sua organização.

Seminário: Comunidades de Prática - CoP

Data: 04 de dezembro de 2008

Local: São Paulo – SP

Aguarde maiores informações.

Bom trabalho!

Mauro Martins


WENGER, McDERMOTT & SNYDER; Comunidades de Prática

Junho 11, 2008

WENGER, Etienne; McDERMOTT, Richard A.; SNYDER, William. Cultivating communities of practice: a guide to managing knowledge. Boston, Mass. : Harvard Business School Press, 2002. 352 P.

 

 

A economia de hoje é abastecida por conhecimento. Todo líder sabe que, para tanto, deve-se ter métodos sistemáticos para converter conhecimento organizacional em valor econômico. Escrito pelos maiores experts na vivência prática do assunto – Etienne Wenger, Richard McDermott e William M. Snyder – “Cultivando Comunidades de Prática” é baseado em uma extensa pesquisa ao longo dos anos 90 e em exemplos de companhias como DaimlerChrysler, McKinsey & Company e o Banco Mundial.   

Após longa pesquisa literária, Cultivando Comunidades de Prática é o primeiro livro que esboça modelos e métodos para desenvolver estes grupos de forma sistemática.  

O livro está estruturado em dez capítulos, cujo objetivo é discutir como as comunidades de prática provêm a estrutura ideal para a construção de estratégias de Gestão do Conhecimento e criação de Vantagem Competitiva Sustentável.  

Em síntese o livro pode ser estruturado em cinco tópicos, uma vez que já temos em mente o grande valor que as comunidades de prática têm para orientar estratégias, gerar novas oportunidades de negócios, apresentar resolução de problemas (Learning Lessons), transferir melhores práticas (Best Practices), desenvolver competências e recrutar e reter talentos (Capítulo 1):  

1. Os elementos estruturais da comunidade de prática – domínio, comunidade e prática (Capítulo 2) e os sete princípios para se cultivar comunidades de práticas (Capítulo 3); 

2. os cinco estágios do ciclo de vida das comunidades e suas tensões internas (Capítulos 4 e 5); 

3. os desafios em se lidar com comunidades distribuídas geograficamente (Capítulo 6) e os pontos de atenção na condução das comunidades (Capítulo 7); 

4. as métricas e as formas de gerenciamento do valor criado pelas comunidades (Capítulo 8); e 

5. finalmente, as sugestões para cultivar as iniciativas de comunidades de prática a fim de colaborar com a Gestão do Conhecimento (Capítulo 9).

Já o Capítulo 10 trata de comunidades que transcendem as barreiras das organizações, aspecto que acredito ainda prematuro se tratar já que existem poucas referências concretas.

 Embora alguns conceitos e estruturas apresentados sejam mais complexos do que necessário (por exemplo, utilizar-se da estrutura dos fractais para exemplificar como deve ser a estrutura e a dinâmica de uma comunidade distribuída geograficamente), a experiência dos autores aliada a sólida formação teórica, faz com que “Cultivando Comunidades de Prática” se torne o guia prático de como se deve nutrir, projetar e desenvolver estes grupos poderosos dentro das organizações.